| Título | Mortalidade nas infecções por klebsiella Pneumoniae produtora de B-lactamase de espectro ampliado em unidade de tratamento intensivo (UTI) |
| URI | http://hdl.handle.net/10183/23005 |
| Autor | Freitas, Isabela Osório de |
| Orientador | Teixeira, Paulo Jose Zimermann |
| Data | 2009 |
| Nível | Mestrado |
| Instituição | Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Medicina: Pneumologia. |
| Palavra-chave | Infecções respiratórias Klebsiella pneumoniae Mortalidade |
| Resumo | Objetivo: Avaliar mortalidade nas infecções por K. pneumoniae produtora de β- lactamase de espectro ampliado (KpESBL) em pacientes internados em unidades de terapia intensiva(UTI). Delineamento do estudo: Estudo de coorte histórico exposto-controlado, no período de janeiro de 2005 a outubro de 2007. Ambiente: UTIs do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) em Porto Alegre /RS, Brasil. Pacientes: Adultos, maiores de 18 anos, internados nas UTIs e selecionados para completar 70 casos e 140 controles. Método: Os pacientes casos apresentavam infecção hospitalar por KpESBL e foram comparados aos pacientes controle que poderiam apresentar infecção por outro germe ou nenhuma infecção hospitalar (IH) na relação 1:2. Seguimento de 30 dias em ambos os grupos. As curvas de mortalidade foram realizadas pelo método de Kaplan-Meier. Resultados: Em ambos os grupos, o maior desfecho foi a cura. A taxa de mortalidade foi de 42,9% nos casos e 48,6% nos controles. O presente estudo não demonstrou diferença estatística na mortalidade entre os pacientes com infecção por KpESBL e o grupo controle, tanto na análise univariada (risco relativo ( RR)= 0,8 e intervalo de confiança (IC) de 95%, 0,52-1,23), como na regressão de Cox com fatores ajustados (RR= 0,86; IC95%= 0,54-1,35). Conclusões: Os pacientes com infecção por KpESBL não apresentaram maior mortalidade que os demais pacientes da UTI. Os pacientes com infecção por KpESBL que apresentaram infecção urinária e tiveram a terapia empírica adequada demonstraram menor mortalidade. |
| Abstract | Objective: To evaluate mortality rate due to infections by extended-spectrum β-lactamase-producing Klebsiella pneumoniae (ESBL-Kp) among patients in intensive care unit (ICU). Study design: Historical exposed-control cohort study conducted from January 2005 to October 2007. Setting: ICUs of Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) in Porto Alegre, Brazil. Patients: Adult patients older than 18 years hospitalized in ICU and enrolled up to 70 cases and 140 controls. Method: The patients in the case group, who had nosocomial infection by ESBL-Kp, were compared with control patients, who had infections by other organisms or no nosocomial infection (NI), at a 1:2 ratio. Both groups were followed up for 30 days. Mortality curves were estimated using the Kaplan-Meier method. Results: In both groups, the most frequent outcome was the cure. Mortality rate was 42.9% in the case group and 48.6% in the control group. There were no statistic differences in mortality between patients with ESBL-Kp infection and the control group in univariate analysis (Hazard ratio (HR = 0.8; 95% confidence interval( CI), 0.52 – 1.23) or in Cox regression with adjusted factors (HR = 0.86; 95%CI, 0.54 – 1.35). Conclusions: Patients with ESBL-Kp infection did not have higher mortality rates than the control patients in the ICUs. Patients with ESBL-Kp infection, urinary infection or who received adequate empirical therapy had lower mortality rates. |
quinta-feira, 29 de julho de 2010
KPC
Declínio do plâncton
Os números são desconcertantes e assustadores, dizem os pesquisadores
Células microscópicas de Rhizosolenia setigera, uma das espécies do fitoplâncton. Karl Bruun/APA despeito de seu tamanho, as minúsculas plantas marinhas conhecidas como o fitoplâncton são cruciais para boa parte da vida na Terra. São o alicerce da cadeia alimentar dos oceanos, produzem metade do oxigênio do mundo e absorvem gás carbônico. E sua população está em queda acentuada.
Os níveis mundiais de fitoplâncton caíram 40% desde os anos 50, de acordo com estudo publicado na edição desta semana da revista científica Nature. A causa provável é o aquecimento global, que dificulta o acesso do plâncton a nutrientes, dizem os pesquisadores.
Os números são desconcertantes e assustadores, dizem os pesquisadores canadenses que conduziram o estudo e um especialista dos Estados Unidos.
"É preocupante porque o fitoplâncton é a moeda básica de tudo que acontece no oceano", disse o biólogo Boris Worm, da Universidade Dalhousie, um coautor do trabalho. "É como uma recessão... que estivesse perdurando por décadas".
Meio milhão de pontos de informação, datando de 1899, mostram que os níveis de fitoplâncton em praticamente todos os oceanos do mundo começaram a cair nos anos 50. As maiores mudanças ocorreram no Ártico, no Atlântico sul e equatorial e no Pacífico equatorial. Apenas o Oceano Índico não mostra declínio. Os autores do estudo afirmam que, a despeito da redução, é muito cedo para dizer que o fitoplâncton esteja a caminho de desaparecer.
A principal cientista de mudança climática do serviço geológico do governo dos EUA, Virginia Burkett, disse que os números do plâncton são preocupantes e mostram problemas que não podem ser vistos apenas com a observação de espécies mais populares, como golfinhos ou baleias.
"Essas espécies diminutas indicam que mudanças de larga escala nos oceanos estão afetando os produtores primários do planeta", disse ela, que não tomou parte no estudo.
Quando o fitoplâncton diminui, como ocorre no ciclo do El Niño, pássaros e mamíferos marinhos morrem de fome em grande quantidade, dizem especialistas.
"Fitoplâncton, no fim, afeta todos nós em nossas vidas", disse o principal autor do trabalho, Daniel Boyce. "Muito do oxigênio em nossa atmosfera hoje foi produzido por fitoplâncton ou precursores de fitoplâncton nos últimos 2 bilhões de anos".
Worm explica que, quando a superfície do mar se aquece, a água quente no topo não se mistura mais tão facilmente com a água fria abaixo. Isso faz com que seja mais difícil para o fitoplâncton, que é leve e frequentemente vive perto da superfície, obtenha nutrientes das águas mais profundas.
Estudos anteriores sobre plâncton se valeram basicamente de dados de satélite, que só vão até 1978. Mas Worm e colegas usaram uma abordagem de baixa tecnologia, discos criados pelo cientista Pietro Angelo Secchi no século 19. Os discos medem a opacidade dos oceanos. Quando mais opacas as águas, mais plâncton. Cientistas independentes disseram que a abordagem é válida.
Possível descobrimento de novos planetas.
O telescópio espacial Kepler, da Nasa, criado para buscar planetas semelhantes ao nosso, já encontrou pelo menos 140 candidatos que podem se encaixar na categoria, todos astros com menos de duas vezes o raio da Terra. Este é o grupo dominante na lista de cerca de 700 novos mundos descobertos pela sonda. A informação foi divulgada há alguns dias por um coinvestigador da missão, Dimitar Sasselov, durante um evento realizado em Oxford, Inglaterra.
Até agora, o conjunto de exoplanetas – como são chamados os mundos encontrados em órbita de outras estrelas – era dominado por objetos muito maiores que a Terra e mais parecidos com os planetas gigantes do Sistema Solar, como Júpiter ou Netuno. Existem, no momento, cerca de 400 exoplanetas confirmados.
Vídeo da apresentação feita em Oxford mostra Sasselov afirmando que, embora os candidatos ainda precisem ser confirmados, “o resultado estatístico é alto e claro (…) planetas como a nossa Terra estão lá fora. Nossa Via Láctea é rica nesse tipo de planeta”.
(Nesse contexto, um planeta “semelhante à Terra” não seria necessariamente hospitaleiro ou habitável — Mercúrio, Vênus e Marte, por exemplo, encaixam-se na categoria.)
Em junho, a equipe do Kepler havia anunciado a descoberta de mais de 700 novos candidatos a planeta. O anúncio causou polêmica porque apenas os dados de 306 desses candidatos foram liberados para que cientistas de todo o mundo pudessem analisá-los e confirmar, ou não, a presença de outros planetas fora do Sistema Solar. O restante da massa de dados, referente a 400 planetas, só seria divulgada em fevereiro de 2011.
A apresentação de Sasselov causou surpresa não só por vir pouco mais de um mês após o anúncio oficial dos 700 candidatos, mas também por ter sido feita num evento fechado e realizado fora dos Estados Unidos. A Nasa costuma divulgar resultados de grande impacto em eventos abertos e com ampla cobertura de mídia. Em 1996, o anúncio da descoberta de possíveis fósseis em um meteorito marciano envolveu até mesmo o então presidente Bill Clinton.
Sasselov, búlgaro, atualmente atua no Departamento de Astronomia da Universidade Harvard. Depois da tempestade de questionamentos que se seguiu a sua apresentação em Oxford, incluindo acusações de falta de transparência dirigidas aos pesquisadores ligados ao Kepler, ele preparou uma declaração para ser publicada no blog da missão. Ela ainda não tinha aparecido até o começo da noite desta terça-feira.
ADENDO: Uma curta nota de esclarecimento de Sasselov apareceu no site da Nasa e, por volta das 21h, uma postagem mais detalhada veio à tona no blog da missão Kepler. Nela, o pesquisador esclarece que “semelhante à Terra”, no jargão que usou na palestra de Oxford, pode não significar planetas realmente muito parecidos com o nosso (como notado no parágrafo entre parênteses mais acima).
Mais informações:
http://blogs.estadao.com.br/carlos-orsi/2010/07/27/kepler-pode-ter-descoberto-mais-de-100-planetas-do-tamanho-da-terra/
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Áreas da biologia
Biologia Molecular: ramo da Biologia dedicado ao estudo da vida, em nível molecular.
Botânica: ramo da Biologia dedicado ao estudo das plantas.
Ecologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo das interações dos seres vivos entre si e com o meio.
Embriologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo da formação do animal a partir de uma única célula indiferenciada.
Etologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo do comportamento animal.
Evolução: ramo da Biologia dedicado ao estudo da descendência das espécies e evolução destas.
Ficologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo das algas.
Filogenia: ramo da Biologia dedicado ao estudo das relações de parentesco entre os organismos.
Fisiologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo do funcionamento do organismo.
Herpetologia: ramo da biologia dedicado ao estudo dos répteis e anfíbios.
Ictiologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo dos peixes.
Mastozoologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo dos mamíferos.
Micologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo dos fungos.
Microbiologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo dos micróbios.
Ornitologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo das aves.
Sistemática: ramo da Biologia dedicado ao estudo da biodiversidade, sua descrição e análise de relações de parentesco.
Zoologia: ramo da Biologia dedicado ao estudo dos animais.
FloWer
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Veja a descrição do óvulo abaixo:
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Grão de pólen

O grão de pólen ou também denominado de micrósporo, representa a estrutura reprodutiva masculina das plantas fanerógamas, e são produzidos por meiose no microsporângio. Normalmente são revestidos por paredes de celulose ornamentadas, característica de cada família ou mesmo auxiliando na identificação das espécies de plantas.
No interior de um grão de pólen localiza-se um gametófito masculino (microprótalo) imaturo. Quando esse atinge a flor, portadora de estrutura reprodutiva feminina (estilete, estigma e ovário), o microprótalo nele contido se desenvolve e forma o tubo polínico por onde descem dois núcleos espermáticos. Um desses núcleos fecunda a oosfera (formando o embrião) e o outro se funde aos núcleos polares no interior do óvulo, formando o albúmen (tecido nutritivo triplóide)..





























